Então me responda:
a) Quantas vezes alguém veio reclamar de seu filho ou filha e você contou até 10 e pensou… “ela pode ter razão”, preciso investigar isso e tomar as devidas providências
b) Quantas vezes a escola mandou chamá-lo para dizer que seu filho não estava procedendo ou indo bem e você contou até 10 e pensou…” vou conversar com meu filho e procurar consertar isso”.
c) Ou quantas vezes nas circunstâncias acima você não pensou e respondeu… “não se meta com o meu filho. Mexeu com ele mexeu comigo… e “virou uma onça”.
Você já parou para analisar que nenhuma criança é santa “sempre”. Existem as mais levadas e as menos levadas e as mais boazinhas …mas jamais devemos confiar demais nelas. Qualquer uma pode cometer erros ou praticar atos inconvenientes, afinal são crianças e ainda estão aprendendo. E quanto antes corrigirmos suas falhas melhor para nós e para a sociedade.
Assim sempre devemos estar atentos a quaisquer atos de indisciplina para providenciarmos a devida correção. E é muito bom que outras pessoas OU INSTITUIÇÕES nos informem sobre isso, principalmente a ESCOLA. É a ESCOLA um complemento de nossa casa. Ela, por pior que seja, sempre tem educadores a quem devemos dar um voto de confiança, pois é para eles que entregamos nossos filhos visando transformá-los em cidadãos respeitáveis. Portanto devemos sempre ouvi-los com muita atenção, educação e boa vontade.
“Se você maltratar o professor praticamente estará denunciando o seu próprio filho”. Os filhos geralmente são o retrato dos pais. Se os pais são malcriados e agressivos os filhos dificilmente serão diferentes.
O indivíduo equilibrado, consciente, estruturado…jamais diz: “eu sou devidamente competente para educar o meu filho e não permito que ninguém venha dar palpites sobre isso”. Isso é um grande erro. Ninguém é devidamente competente em matéria de educação. Estaremos sempre aprendendo e toda contribuição quer falada, quer escrita, quer representada, será sempre de grande utilidade nesse universo tão complicado que é formar o caráter de um indivíduo.
O indivíduo equilibrado, consciente, estruturado… sabe que seu filho não é um anjo e não o defende acima de qualquer coisa. Normalmente ele pensa, analisa, estuda e tira suas conclusões. Agora sim ele estará em condições de conversar com o acusador “ponderadamente” e apresentar argumentos em sua defesa ou suas desculpas seguidas dos agradecimentos, por ter o acusador se preocupado com o assunto.
É evidente que “maus” existem em toda parte e é possível que o acusador seja um desses. Nesse caso restará a você simplesmente desconsiderar o que foi dito e mostrar sua superioridade tratando o assunto com indiferença e segurança.


Nena
fev 29. 2012
olá Waltes
Concordo absolutamente consigo quando diz que como pais estamos sempre a aprender, é isso aí e parece que nunca acaba…
Eu me considero uma pessoa justa penso que é das melhores qualidades que eu tenho modéstia á parte, normalmente ouço o meu filho e tento chegar a uma conclusão, mas sempre lhe digo para inverter a situação e dar a sua própria opinião…resulta sempre.
Waltes
mar 03. 2012
Nena é isso mesmo. Sempre é importante nos colocar na posição do outro e observar como reagiríamos nessas condições.E também não podemos nos esquecer como eramos quando tínhamos a idade dele. Obrigado pela sua participação, Nena.
Waltes