Infelizmente no Brasil, um instrumento importante que se chama PLANEJAMENTO… inexiste.
Quando seguimos um planejamento, as ações são feitas preventivamente e não corretivamente.
Sem PLANEJAMENTO temos que correr atrás do prejuízo. O que fazer agora?
Talvez, se elevarmos o preço da obrigação do pagamento do “vale transporte” pelos empregadores, eles procurassem escolher seu pessoal, tendo por preocupação os locais onde residam. Da mesma forma facilitariam ou criariam meios para que mais trabalhos possam ser realizados fora da empresa ou procurariam instalar filiais em mais pontos da cidade.
O governo, em conjunto com a justiça, poderia incentivar a criação de uma “BOLSA DE TROCA DE EMPREGOS”.
Trabalhadores procurariam nessa bolsa os interessados em trocar de local de trabalho, ou seja, se eu trabalho perto de sua casa e você trabalha perto da minha, temos as mesmas funções e ganhamos salários quase iguais, vamos negociar a troca de patrões.
É evidente que, se criássemos ou aumentássemos a capacidade das vias públicas, eliminássemos cruzamentos com construções de pontes e túneis, abríssemos mais corredores de ônibus, aumentássemos as frotas de ônibus, criássemos pistas exclusivas para motos e principalmente construíssemos mais metrôs, também solucionaríamos o problema.
Mas os custos seriam proibitivos além de exigir muito tempo para realização de tantas obras. Também transformaríamos nossa cidade em um canteiro de obras provocando grandes congestionamentos, e, quando tudo estiver pronto, as necessidades possivelmente seriam outras.
Outra alternativa seria o governo incentivar a instalação de empresas em cidades e locais com pouca densidade demográfica.

