Quem adora F1 como eu, deve ter ficado mais uma madrugada acordado assistindo o GP do Japão, torcendo para Vettel, Bruno Senna, como no meu caso, ou mesmo por qualquer outro piloto fazer alguma coisa interessante nesta corrida, que já havia começado com duas certezas: Vettel e RBR Bi-campeões.
Tudo começou perfeito com lindas homenagens, ao mito Airton Senna e aos japoneses povo que sofreu com o tsunami de março. Foi simplesmente tocante o ato do piloto japonês Kobayashi de bancar do próprio bolso a vinda e estadia de meninas sobreviventes ao tsunami para cantar o hino do Japão na abertura, lindo.
Apesar de não ter graça nenhuma a disputa, pois, já sabíamos qual seria o resultado, valeu a pena acompanhar toda a corrida. Bem, de Massa nada a comentar já sabíamos o que aconteceria e já tá ficando monótona essa picuinha com o Hamilton, boa pra mídia, Rubinho… Taí um caso que… Bem deixa pra lá. Chego enfim a Bruno Senna, que foi por demais assediado pela imprensa mundial por causa do tio Ailton, ele teve um ótimo desempenho na classificação e manteve sua regularidade largando a frente do parceiro Petrov, apesar de ter chego bem atrás dele, esse rapaz promete.
Mas a verdade o que me trouxe realmente a escrever sobre a corrida é que bateu uma saudade imensa dele, Airton Senna, seu campeonato ganho no Japão marcou tanto, também os japoneses que o veneram, que apesar de chata e do avançado horário não resisti de assistir. Não sei dizer bem o porquê, mas dava a sensação que Airton estava ali, na fila de largada, no cockpit do carro, vendo os monitores, sei lá, mas ele estava ali. Foi irresistível tive que assistir… E foi muito bom ter essa sensação. É Rock In Rio, é GP do Japão, lá se vai mais um fim de semana de pouco sono… Mas como sempre… Valeu a pena.
Olê, olê, olê, olá… Senna, Senna…


