Magnetismo de Amy!

Há pouco tempo fez 1 ano que Amy Winehouse se foi. Muito se diz dela, poucos a admiram… geralmente pessoas de personalidade.

É indiscutível o alvoroço que essa menina causou e causa. E o mais incrível: não foi por causa de seu trabalho, e sim de sua vida pessoal.

Poucos conhecem suas músicas, se ouvirem irão reconhecer basicamente 3, mesmo assim talvez:

Rehab“, é claro, que diga-se de passagem se tornou um termo, apesar de não traduzido, reconhecido e até mesmo utilizado por diferentes culturas no mundo;

You Know  I’m No Good“, que a conhecem por ser constantemente reproduzido em programas e rádios (vão reconhecer apenas a melodia) e “Tears Dry on Their On“, que é reconhecida por sua excelênte musicalidade. Porém os leigos acham que ela foi conhecida apenas por suas polêmicas, mas se ouvirem uma música dela que nunca ouviram vão saber de imediato que a voz é dela.

Amy na verdade teve um sucesso tão repentino por seu brilhantismo: Sua voz única e inegualável (isso qualquer cantor ou conhecedor de música nunca poderá contrariar);

Seu estilo inconfundível que vem atualmente sendo copiado, que já se tornou até tema de bonecas (vai dizer que ainda não repararam que as atuais cantoras de sucesso vem utilizando estilos “retrôs” que se forem analisados mais de perto tem sempre algo de amy?);

Sua música que fez um resgate ao Jazz que era tão esperado e que vem sendo utilizado pelos cantores jovens que vem surgindo em sucesso no momento; e por fim, e mais importante, seu enorme talento para compor: Não é comum alguém ganhar um Grammy por disco tendo composto praticamente sozinha um albúm inteiro, com músicas em estilos extremamente excêntricos e elitizados.

É lógico que entendemos que a mídia é alimentada pela a massa, e a massa não entende de música; Porém não por isso deve-se aceitar ela seja lembrada e reconhecida por seus vícios, que aliás são duramente criticados, como se não fosse humana.

Ora, as mesmas pessoas que criticam vivem próximo e até mesmo convivem com pessoas com os mesmos problemas… passam na rua e veêm um viciado e nada fazem; fingem que não veêm.

O fato da profissão interfere na capacidade de cura? Não entendo.

Eu só sei que ela realmente morreu. Não foi uma morte diferente das que as pessoas costumam sofrer, se analisarmos dados veremos isso.

Sei também que muito mais marcante que seu vício, foi sua voz, seu estilo e sua música.

Esses sim foram únicos.

    

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