(Continuação de “Dicas de viagem para fora do país -2)
Saímos de Londres através de um voo via Lufthansa do Aeroporto da Cidade de Londres em direção a Munique. Esse aeroporto é bem mais simples que o de Heathrow e dispensa comentários.
O voo foi rápido e tranquilo. Descemos no Aeroporto de Munique, sem problemas a não ser a dificuldade de encontrarmos a área de Rent a Car, da Hertz.
Após algumas informações lá estávamos nós retirando o carro que foi fornecido, sem aumento de custo, para substituir o “Ford Focus ou semelhante”, um I30 da Hyundai SW. Só não gostei porque já estou acostumado com carros de “câmbio automático” e aquele era “manual”.
Ajustado o GPS, seguíamos em direção ao endereço do hotel. Logo de princípio notei de soslaio que o GPS mandou entrar a esquerda quando Munique, me pareceu, era em frente. Depois foi uma sucessão de esquisitices.
Estradas muito estreitas, sem acostamento, com uma mão para ir e outra para voltar, entradas em pequenas cidades, circulando por ruas estreitas e estranhas. Pedimos informações e a indicação do GPS foi confirmada, aquele era o caminho para Munique. Só depois de muito apanhar é que descobri que eu tinha escolhido …”evitar Autobam”,… quando na verdade não era isso que nós queríamos.
A garagem do hotel era antigamente usada para pegar o veículo e automaticamente estaciona-lo na vaga, portanto não necessitava de muito espaço. Esse processo foi desativado e atualmente o usuário precisa entrar naquele pequeno espaço do qual fica difícil sair do carro, pois ele tem um coluna redonda bem perto da abertura do porta.
Ou a gente optava por limpar ….o carro ou a coluna …se esfregando em um deles. Quando se abria o porta malas ele batia no teto. O hotel era ótimo e o tempo naquele dia, também.
Para se usar a internet pagava-se 4,80 euros mas tinha que se cadastrar com cartão de crédito e tudo mais, tudo em alemão e a recepcionista tinha informado que era muito fácil e automático. Foi exatamente o contrário.
Fomos a Marien Platz, lugar famoso perto do qual estão quase todas as atrações da cidade. Fazia muito calor e fomos aconselhados a ir à pé. No caminho passamos por ruas que deviam ser o bairro dos árabes ou turcos.
Lojas semelhantes vendendo só a dinheiro, malas, bolsas, etc. e muitas comunicações entre eles. O local não estava muito agradável . O restante da cidade era limpo, lindo e bem cuidado, exceto, como em Londres, que existiam ainda mais pontas de cigarros por toda parte. Tivemos sorte de encontrar um restaurante italiano e pudemos fazer o nosso pedido com segurança e acertar na comida, pois com o cardápio alemão fica tudo muito difícil.
No segundo dia voltamos a Marien Platz de carro, pois chovia muito e fazia muito frio. Foi muito complicado com chuva e com a dificuldade de estacionamento aproveitarmos bem o passeio. Deixamos para sair mais tarde à pé e descobrimos novas ruas interessantes onde acabamos comendo pedaços de pizza gigante e tivemos que pagar em dinheiro… bem como o café da manhã. À noite jantamos no hotel.
Para sairmos de Munique para Innsbruck (Austria), mais problemas. Ajustei o GPS para fazer o caminho mais rápido e ele insistia em nos levar para lugares estranhos. Em um deles até que foi agradável. Encontramos um italiano que nos indicou um caminho para pegarmos a autobam (via expressa).
Não encontramos a autobam mas começamos a encontrar placas nos conduzindo ao nosso destino, apesar do GPS a todo momento tentar nos tirar do caminho certo. O italiano possuia uma doceteria ou gelateria e logo que entramos vimos um belo cacho de bananas. Pedidos duas e uma bela e deliciosa torta de frutas mas a atendente tentava nos dizer que as bananas não estavam a venda.
Eram para usar nos sorvetes e doces. Mas o italiano simpaticamente autorizou a venda além de nos dar boas informações. Acabamos nos desviando do caminho que nos levaria ao Castelo de Neuschwanstein, mesmo porque começou a ficar um pouco tarde.



Valdir Fontes
nov 29. 2011
Bem descrito, dá impressão que estamos viajando juntos hehehe!