Conhecimento e Educação

Resenha do Livro “Mídia: O Segundo Deus”

Tony Schwartz, publicitário e professor de telecomunicação da New York University, em seu livro Mídia: Segundo Deus, faz uma análise de como a mídia altera o comportamento humano.

Inicialmente, o autor descreve a mídia como o Segundo Deus, criado pelo homem, devido às características de Deus que também se aplicam aos meios de comunicação: é onipresente, é um mistério e nunca poderemos entendê-lo.  Ainda no primeiro capítulo do livro, Tony Schwartz deixa claro que a analogia entre Deus e a mídia é restrita e sua intenção é afirmar como os meios de comunicação influenciam a vida humana de maneira tão profunda quanto qualquer religião.

Tony apresenta a modificação qualitativa que a sociedade sofreu a partir do advento do telefone, rádio e televisão. Com o novo meio de comunicação, as pessoas receberam uma grande quantidade de informação sobre o mundo sem precisar ler ou escrever. Devido a isso, os alunos de hoje apresentam um baixo nível de leitura e escrita, mas são mais bem informados sobre o mundo do que os alunos de alguns anos atrás.

“A mídia eletrônica é mídia recebida, ao passo que a mídia impressa é percebida”, diz Schwartz ao explicar que para os impressos serem entendidos exige-se habilidade e conhecimento, enquanto a mídia eletrônica é compreendida por quase todo mundo. Como é citado na obra, ao lermos “A voz dela soou estridente ao gritar: ‘Fogo’!”, iremos demorar alguns segundos para juntar a informação. Mas, ao ouvirmos uma pessoa gritar “Fogo!”, nossa reação a essa mensagem recebida será imediata. As pessoas interagem com os meios percebidos e reagem aos meios recebidos.

Tony Schwartz explica que, até pouco tempo, a cognição tinha que proceder a recognição. Mas, devido à velocidade com que recebemos informação da mídia eletrônica, essa ordem é modificada. É citado o exemplo de um jogo de futebol na TV, quando a pessoa vê o jogador marcar um gol, ela não sabe como aconteceu até que veja o replay. Então, ela observou os efeitos do gol em velocidade normal, isto foi recognição; e somente viu o que aconteceu e como (cognição) durante o replay a uma velocidade mais lenta.

É abordado no livro, a maneira com que o homem considera o novo como extensão do antigo. O autor cita como exemplo o cinema, que quando foi inventado, os produtores utilizavam livros e peças na tentativa de transferi-los para o novo meio de comunicação. Estamos mais aptos a analisar um ambiente quando podemos avaliá-lo à distância. Só depois do desenvolvimento da comunicação eletrônica, por exemplo, foi que passamos a perceber como a palavra impressa dominou a civilização ocidental, pois agora podemos comparar antes de escolher.

A televisão e o rádio empregam os melhores desenhistas, especialistas em publicidade, atores e modelos, para transmitirem emoção, estilo e qualidade, atingindo o público de forma mais profunda do que um anúncio impresso ou qualquer vendedor com suas técnicas de persuasão. O jornal impresso perdeu a função de manter o público informado, devido à transmissão instantânea das notícias pelo rádio e pela TV. “A disseminação de notícias através da mídia eletrônica afetou profundamente os jornais em particular, e a sociedade em geral”, afirma Tony, ao mencionar que a circulação de muitos dos grandes jornais diminuiu, muitos adultos abandonaram a prática de ler jornais e as crianças não demonstram interesse pela leitura.

Tendo em mente que a mídia pode mudar atitudes e comportamentos, sendo capaz de sanar problemas nacionais que incomodam a sociedade, o autor faz uma crítica em relação ao uso incorreto e conseqüentemente inútil de propagandas para a utilidade pública. As estações transmitem os comerciais gratuitos com finalidades sociais em horários que não atingem o público pretendido. A exemplo disso, são citados os anúncios dirigidos às crianças para preveni-las contra os perigos de aceitar caronas de estranhos, que podem ser transmitidos às duas horas da manhã, horário em que as crianças não estão assistindo TV.

O livro relata como a mídia exerce funções que diminuem o trabalho em algumas áreas. As campanhas políticas transmitidas por rádio e televisão, por exemplo, fez com que não houvesse mais angariadores de votos que costumavam bater de porta e porta e as viagens de candidatos também foram reduzidas.

No decorrer da obra, Schwartz fala também a respeito da ação da mídia nas igrejas. Quando os serviços religiosos começaram a ser transmitidos pelo rádio, os líderes religiosos preocuparam-se com a possibilidade da diminuição de coleta para a comunidade, já que muitos fiéis permaneceriam em seus lares e deixariam de ir às missas. Esta preocupação foi transferida para a televisão quando a Igreja Católica permitiu que as cerimônias religiosas fossem televisionadas. Em pouco tempo, as igrejas notaram que a audiência do rádio e da TV fariam a renda da igreja aumentar, ao invés de diminuí-las.

“Em questão de fé, a principal mudança causada pela mídia foi a democratização da religião”, afirma o autor. Desde a transmissão de atos religiosos pela mídia, todos poderiam ouvir e comparar os rituais de diferentes religiões sem sentirem-se constrangidos.

De acordo com o livro, a mídia não alterou somente a religião, mas também a política. Com a facilidade do rádio de penetrar na mente dos ouvintes, os partidos políticos nos EUA foram enfraquecidos e a televisão acelerou esse processo. Os partidos políticos foram substituídos pela mídia e está tornou-se o principal canal de comunicação para o eleitorado.

O autor apresenta a contradição da televisão, a qual é culpada pelos problemas que algumas pessoas enfrentam no campo da leitura e da escrita. Porém, a maioria dos teóricos concorda que as crianças acham mais fácil ler se já estiverem familiarizadas com o assunto que estiverem lendo. A televisão pode ensinar a uma criança analfabeta, muitos assuntos que um adulto alfabetizado aprende com a leitura.

A obra ressalta o incrível poder de expansão do telefone, que conseguiu mudar a vida social de toda a comunidade americana. A comunicação telefônica, diferente da comunicação transmitida pelo rádio e pela televisão, permite a troca de papéis entre o emissor e o receptor, por isso, ele nos ajuda a lidar mais diretamente com as emoções.

Tony Schwartz coloca o ano 2000 como o ano do desenvolvimento tecnológico. Segundo ele, as duas últimas décadas deste século serão marcadas por um grande desenvolvimento das tecnologias da comunicação. Porém, vê a possibilidade do retardo desse desenvolvimento devido à ganância dos magnatas e das principais redes de difusão, as quais podem querer aproveitar-se desse desenvolvimento para fins particulares, impedindo a sua divulgação para o público.

 

SCHWARTZ, Tony. Mídia: O Segundo Deus [tradução de Ana Maria Rocha]. São Paulo: Summus Editorial, 1985.

Resenha do Livro Comunicação e Controle Social

Escrito por Gisley Romanzini Lazzarotto, Janete Schaeffer Rossi, Neuza Guareschi, Rejane Czermak, Rosane Azevedo Neves da Silva e Pedrinho A. Guareschi (alunos de Mestrado em Psicologia Social e da Personalidade da PUCRS), o livro Comunicação e Controle Social traz um encontro da Psicologia Social com a comunicação, onde estuda os meios que a comunicação utiliza para controlar a sociedade.

O primeiro capítulo do livro, A realidade da comunicação – visão geral do fenômeno, caracteriza a comunicação como o primeiro e o mais fortes dos poderes pelo fato de criar realidades e construir a imagem das pessoas, como dos políticos, por exemplo. Como a comunicação constrói realidades, ela também tem o poder de difundir idéias e criar opiniões públicas e tem grande importância no aspecto cultural, podendo criar, transmitir, transformar, descaracterizar e reproduzir determinada cultura, através de filmes, novelas, propagandas, etc. O autor deste primeiro capítulo, Pedrinho A. Guareschi utiliza como exemplo a multinacional Nestlé, a qual criou o leite que “substitui o leite materno” e, através de uma intensa propaganda do produto, causou mudanças nos padrões culturais, como as mães que deixaram de amamentar, por exemplo. A comunicação serve outros interesses que não são os do próprio povo, onde expressa e universaliza os interesses dos que detêm os meios de comunicação. A mídia envolve os seres humanos passando várias informações que os tornam equilibrados, independentes, democráticos, mas por outro lado, seres submissos, dependentes, robotizados, consumistas.

O segundo capítulo, intitulado Comunicação, Gestalt e Behaviorismo, faz uma relação entre a comunicação e as teorias psicológicas da Gestalt e do Behaviorismo, afirmando que a comunicação utiliza essas teorias para persuadir o público, onde trata a relação entre o sujeito e o meio em que ele vive. A propaganda, por exemplo, utiliza as técnicas do Behaviorismo, ela mostra o reforço positivo, que são os prêmios, bem-estar e bom preço que os produtos oferecem, e estimula uma resposta do público, que é o consumo. Usa também a técnica da percepção da Gestalt, onde a marca de um produto é associada a outros elementos importantes para o público. É citado na obra, como exemplo, a margarina Doriana: “Margarina Doriana + família = saúde, felicidade”. Com essas teorias, a comunicação manipula o indivíduo, sua forma de conhecer os objetos, seus desejos, pensamento, etc.

No terceiro capítulo da obra, Comunicação e Psicanálise, é abordado o apelo que é feito pela comunicação com base na psicanálise, que estuda o comportamento humano através do inconsciente. Se fazendo das teorias da psicanálise, a comunicação, principalmente a propaganda, faz florescer em nós desejos inconscientes. É usado na obra o exemplo das propagandas de dia das mães, que nos desperta, inconscientemente, a emoção e o desejo de retribuir o afeto e o carinho da nossa mãe com um presente, ou seja, com o produto que está sendo anunciado. “Não é, com certeza, a intenção dessas propagandas ajudar as pessoas; pelo contrário, o seu objetivo é de tornar essas pessoas iguais às mercadorias que consomem”, explica Neuza Guareschi, autora deste capítulo, para mostrar a verdadeira intenção das propagandas, que não é mais apenas informar sobre o produto.

O quarto capítulo do livro, Comunicação e produção da subjetividade, mostra como o capitalismo moderno produz a subjetividade através dos meios de comunicação, influenciando o modo com que o indivíduo percebe o mundo e relaciona-se socialmente. A comunicação tem o poder de homogeneizar a sociedade, de construir uma realidade. Como essa subjetividade é construída, os meios de comunicação de massa têm o poder de controlar as pessoas, uma vez que sabem seus comportamentos e seus desejos. Os meios de comunicação de massa são bastante eficientes na dominação da sociedade.

Em Comunicação e Teoria Crítica, quinto capítulo da obra, Pedrinho Guareschi afirma que a Teoria Crítica foi a mais interessante na investigação da comunicação, já que essa teoria, diferente das outras, é reflexiva e visa o esclarecimento. A Teoria Crítica analisa o processo de comunicação e caracteriza os meios de comunicação como repressivos, produtores da cultura afirmativa, a qual torna o indivíduo preso em seu pensamento de liberdade, lhe mostrando um mundo valioso que pode ser criado para si dentro do seu interior. Os meios de comunicação transformam a cultura em mercadoria, criando assim uma cultura de massa ou “indústria cultural”, com o papel de fazer a população esquecer sua realidade e não assumir uma posição crítica. Os meios de comunicação têm uma força decisiva na formação do cotidiano.

ROMANZINE, Gisley. LAZZAROTTO. ROSSI, Janete Schaeffer. GUARESCHI, Neuza. CZERMAK, Rejane. SILVA, Rosane Azevedo Neves da. GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e controle Social. Petrópolis: Vozes, 2001.

Resenha do Livro Capitalismo Tardio e sociabilidade Moderna

João Manuel Cardoso de Mello e Fernando A. Novais, trazem no livro “Capitalismo tardio e sociabilidade moderna”, as mudanças que a sociedade brasileira sofreu (no aspecto social, político e econômico) devido à modernização trazida pela industrialização; mudanças que trouxeram melhoria para a sociedade brasileira, mas que em contrapartida, causaram uma infinidade de problemas.

São apresentados na obra os padrões de produção e consumo que o Brasil adotou dos países desenvolvidos a partir de 1930. As indústrias do aço se desenvolveram, os eletrodomésticos substituíram utensílios domésticos, os alimentos industrializados predominavam, os hábitos de limpeza e higiene pessoal se transformaram, ocorreram mudanças no vestuário, etc.

Com os avanços tecnológicos, a urbanização e as migrações internas se aceleraram. Em três décadas, trinta e nove milhões de pessoas já haviam migrado do campo para a cidade, atraídas pela esperança de uma vida melhor. A sociedade estava em movimento, nordestinos e mineiros fugiam da seca, moradores do campo eram expulsos pelo capitalismo, etc.

A sociedade estava estruturada de forma desigual, as profissões estavam classificadas de acordo com suas remunerações e com a hierarquia capitalista do trabalho, sendo dividas assim em quatro grupos: o da base da sociedade, o do trabalho qualificado, o da classe média e o do topo da sociedade.

Os valores capitalistas adentraram nossa sociedade. Haviam entre os homens, relações de exploração econômica e dominação política, a ética estava fundamentada nos valores da modernidade.

Em 1950, homens e mulheres já tinham o direito de escolher seus companheiros, já lutavam pela igualdade social, queriam participar da sociedade como cidadãos. A revolução de 1964 fez com que a sociedade fosse regida pelos que detinham riquezas, dando origem ao autoritarismo plutocrático.

Em 1980, as pessoas que continuavam no campo viviam em absoluta pobreza, e os que já estavam na cidade, apenas tinham transportado essa pobreza de lugar. Devido à condição irregular do mercado de trabalho urbano, a remuneração do trabalhador comum era baixa. Apesar disso, muitos trabalhadores conseguiram matricular seus filhos em escolas públicas, mas o ensino era de péssima qualidade. Os serviços de saúde se expandiram

Os espaços públicos foram fechados pelo autoritarismo plutocrático, o que atrasou a educação e causou extrema desigualdade à sociedade brasileira. A televisão se tornou o centro a nossa indústria cultural, difundindo valores (morais, éticos e políticos) e influenciando o comportamento dos indivíduos.

Em trinta anos, o Brasil teve um crescimento econômico significante. Seu principal problema foi inserir o padrão de vida dos países desenvolvidos na nossa sociedade, adotando um modelo de capitalismo desenfreado, deixando a sociedade desorganizada e desestruturada. A industrialização trouxe melhorias para a população brasileira, a capacidade de consumo e o crescimento, mas por outro lado, causou problemas sociais irreparáveis, deixando o nosso país com tantas deficiências, no como é possível ver nos dias atuais.

Resenha dos Capítulos Três e Quatro do Livro Linguagem e Persuasão

CITELLI, Adilson. Linguagem e Persuasão. São Paulo: Ática, 2002.

O doutor em letras Adilson Citelli, nos capítulos três e quatro do livro Linguagem e Persuasão mostra como a persuasão está presente nos discursos e todas as suas técnicas que influenciam a sociedade.

O terceiro capítulo da obra, Signo e persuasão, está divido em seis tópicos. Inicialmente mostra as duas faces do signo: o significante e o significado. O primeiro é o conjunto sonoro, a parte concreta e o segundo é o lado imaterial, o que é representado em nossa mente através do significante. Logo, os dois relacionados formam a significação. Depois relata a necessidade que houve de nomear os objetos, que se deu de forma arbitrária, criando os signos.

Segundo Citelli sem signos não existe a ideologia, um objeto em determinado contexto pode passar a representar algo fora da sua realidade, recebendo um significado ideológico e tendo assim funções persuasivas. Ele nos mostra como os símbolos recebem ideologias e são usados para reformular a consciência das pessoas e persuadi-las.

O eufemismo é indispensável no discurso persuasivo, como foi citado na obra, a expressão “capitalismo” pode ser trocada por “regime de livre-empresa”, embora as duas sejam sinônimas, a primeira soa mais pesada devido ao seu contexto histórico.

“O discurso persuasivo é sempre expressão de um discurso institucional”, explica Citelli. É possível perceber que o discurso institucional utiliza signos monossêmicos e fechados que tem um grande poder persuasivo sobre a sociedade, que aceitam seus signos sem espaço para questionamento, ou seja, é um discurso dominante. O autor usa como exemplo o Código Civil, que determina a monogamia como a forma de organizar as famílias no Brasil, e embora algumas pessoas sejam a favor da poligamia, não lhes restam outra sugestão senão aceitar. As instituições também falam através de seus membros, é o caso do discurso autorizado que não deixa de ser também um tanto dominante.

No quarto capítulo, Modalidades discursivas, o autor utiliza como referência o livro A linguagem e seu funcionamento de Eni Orlandi, o qual apresenta os modos organizacionais do discurso: o lúdico, o polêmico e o autoritário. O discurso lúdico é bastante democrático, utiliza signos abertos e tem um menor grau de persuasão, onde são apresentados menos argumentos por existir um menor desejo de convencimento, enquanto o discurso polêmico é marcado por um maior grau de persuasão como um debate onde os participantes se expressam e apresentam argumentos tentando convencer o referente. Apesar de o polêmico ser um tanto persuasivo, é no discurso autoritário que existe a dominação pela palavra, o receptor não tem a possibilidade de interferir no que está sendo dito, deixa de existir um diálogo.

 

Aprender Inglês Online

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Como se tornar um consultor tributário?

Como anda os tributos de sua empresa? Tudo ok ou tudo complicado? Além de ter que se preocupar com quanto terá de rendimentos no mês, você ainda precisa da ajuda de um profissional que cuide dos tributos legais que toda empresa correta deve ter como tributos dos salários de seus empregados, tributos dos impostos pagos ao governo entre outros. Mas pra isso dar certo você precisa de um consultor tributário que te ajude. Se você está querendo se tornar um dos vários consultores tributários brasileiros, precisa saber como funciona e o que é uma consultoria tributária e como poderá auxiliar pessoas e empresas que querem estar em dia com suas obrigações tributárias. Saiba mais em como se tornar um consultor tributário, neste artigo.

O que faz um consultor tributário?

Os consultores tributários auxiliam empresas e pessoas que necessitam de ajuda com questões tributárias como impostos pagos ou pendentes e também direitos trabalhistas, a resolver esses problemas e aprender como solucioná-los a médio e longo prazo. Além desse auxílio à empresa, ele também tem o dever de defendê-la no caso de brigas na justiça quanto a problemas tributários como ex-funcionários que reivindicam indenizações. A consultoria tributária ajuda a empresa e até pessoas com problemas com tributos e impostos, a ficar em dia com suas dívidas e ganhar causas antes injustas, garantindo a legitimidade do processo.

O consultor tributário estuda o que?

Todo consultor tributário é advogado de profissão. Durante o curso, o aluno escolhe a área que desejará atuar da advocacia e a tributária é só uma delas. O consultor tributário tem que gostar de fazer contas além de conhecer de leis trabalhistas entre outras leis governamentais. Se tiver um curso à parte de contabilidade entre outros, estará somando ainda mais conhecimento para garantir a seus clientes um bom serviço prestado.

Consultor tributário é empregado registrado ou pode ser autônomo?

Tanto os consultores tributários podem trabalhar dentro de uma empresa como registrado CLT como pode ser um autônomo com alguma afiliação a consultoria tributária. Geralmente, quando um profissional presta mais de um serviço a uma determinada empresa, pode ser que dependendo dos seus ganhos legais, ela pode contratá-lo como funcionário. Outro fator é haver uma consultoria tributária que presta serviços de qualidade a uma empresa por muitos anos a fio, mas também ter a liberdade de fazer isso com outras empresas e pessoas individuais, tendo assim maiores ganhos e oportunidades.

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Informações sobre Curso de Russo

O mercado de trabalho está em pleno desenvolvimento, justamente por isso contar com um curso de qualidade é com certeza um fator muito interessante e que realmente deve ser levado em consideração. A cobrança em relação a cursos é muito grande, principalmente em relação a idiomas, justamente por isso contar com um curso de qualidade é com certeza um fator de suma importância. Entre um dos idiomas pouco procurados está o idioma Russo, justamente por isso é muito comum nos depararmos com empresas que estão sempre a procura de profissionais que tenham conhecimento nessa área, sendo com certeza um fator muito interessante e que realmente deve ser levado em consideração.

Curso de Russo – Informações

Como podemos perceber atualmente existem muitas instituições que oferecem muita qualidade nesse segmento, justamente por isso os alunos tem muitas opções de instituições de ensino de idiomas que oferecem muita qualidade. Porém muitas instituições estão sempre investindo pesado em sistema de ensino e principalmente em profissionais especializados, sendo com certeza um fator muito interessante e que realmente deve ser levado em consideração. Mas a escolha da instituição acaba se tornando um grande problema, o que realmente se torna um fator muito interessante.

Para a escolha da instituição é necessário primeiramente fazer uma boa pesquisa, ao fazer pesquisa é necessário procurar instituições de ensino que tenha profissionais qualificados e uma infraestrutura que consiga suprir suas necessidades. Levando em consideração todos esses fatores você terá a possibilidade de fazer um curso de qualidade e com ótimo custo benefício, sendo também uma preocupação bastante comum, pois ninguém quer pagar caro por um determinado serviço.

Como adquirir um curso

Esse tipo de curso pode ser adquirido tanto na modalidade física quanto na modalidade online, a modalidade física é a mais indicada pois realmente o aluno participa de todo o ambiente. Mas caso você não queira adquirir um curso presencial, a principal dica é fazer um curso online que também pode oferecer uma ótima qualidade.