Poesias - COMO GANHAR DINHEIRO ESCREVENDO?
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Pode ser de dor, amor, medo ou mera sofreguidão Mas o certo é que sempre vêm carregadas de sentimentos Da dor do querer e não poder Do amor ao qual não vai corresponder Do
Mar dos sonhos divinos Se a vida é cheia de agruras Os maus sentimentos são turvas águas Que nascem de más palavras e conselhos Gerando mais divergências nos belos sonhos Que ficam longe da
Baila no ar o revoar de seus cabelos Nessa dança a brisa é um parceiro em elos Na corrida ganha pra alcançar a perfeição Seu lindo traço facial dedura a afeição Cada contorno seu é um labirinto
Nesse instante eu estava me perguntando: quem é você ai do outro lado lendo essa postagem? Alguém que ainda não tive o privilégio de conhecer pessoalmente, mas divide comigo o mundo. Tem angústias, alegrias,
É triste acordar não te ter, nem abraçar Tomar café de bar passando o dia inteiro Sonhando venerar És minha rainha és linda ! Menina doce como favo de mel perdido em seus braços
Cresceste vazio longe dos rostos e das mãos, num berço sem luz, onde nem a lua ousava penetrar. Foste aprendendo o sabor de um leite amargo, sem que o teu olhar pudesse refletir outro
Todos podemos ser poetas. A poesia não existe só nas palavras. Pode haver poesia num olhar, num sorriso, num abraço, no verde dos campos, na imensidão do mar, enfim, onde os nossos olhos e
Fala que não presto nem sirvo pra nada Diz pra todas suas amigas que só dou mancada Diz que não mereço que sou fanfarrão Mas quando vou embora vem pedir perdão! Essa minha amada
Esperei até a madrugada Só para poder lhe dizer No seu dia mais feliz Que eu amo você No dia vinte e cinco Acordado eu fiquei Só para te deixar um scrap No dia
Com todos seus defeitos Hoje sinto tua falta Ardente saudade Calor do seu fogo Do latente centelho Que continua Queimar meu corpo A insônia é companheira Noturna que me agita Só sentimentos, não aceito
Num jardim do éden Vivem felizes kaiapós sem imaginar Que em futuro breve Farinha podre o sertão iria aplausíar Sonho eldorado o bandeirante Anhanguera descobriu Porém pobre em minerais Seu crescimento o destino se
Litoral ao sudeste do Brasil Ilha do sol, praia de histórias mil Sua paisagem e belezas naturais Seduz turistas fenomenais Arquiteturas gigantes obras geniais No grande hotel volto ao tempo Sou capaz…. De apostar
Uma lua perdida repousa sobre seus olhos Você parece triste como a noite Nada do que deseja está em você Seu olhar se confunde com o olhar Da serpente Às vezes você repousa como
Jeito bom De viver Redenção A pedra redonda e o rio; . Flor dando o tom Alvorecer Calçadão O sabiá e o rio… . Quintana Um parque A usina O joão-de-barro e o rio;
Quando te conheci em meio a palavras e sussurros descuidados, não percebi, que ao seu lado o amor nascia em mim. Pude sentir em meu olhar, a mesma emoção de ver o mar. As
Eu choro por ver teus olhos tristes e não saber o que te entristece. Eu choro, por não cumprir minha promessa de te fazer sorrir, por saber que choras na minha ausência , por
O Modelador de Homens Ao Grande Arquiteto Eu clamo pelo seus nomes Que para poucos trouxe o intelecto Modelando as mentes dos homens Ao Grande Arquiteto Me refiro ao menor, não o maior deles
A poeira dos tronos astrais Quando avistadas pelos ínfimos mortais Na vastidão das trevas noturnas Sobrevivem a poeira dos tronos astrais Do Caos primevo foram todas oriundas Os homens, por serem minúsculos na terra
Aquele olhar compenetrado De quem escreve uma canção Que comove o povo embevecido E embala o coração Deste ser que vive angustiado Procurando uma solução Para resolver o seu problema Que é viver na
Sou eu quem tem De resolver Todos os seus problemas Quando está perto de mim Você me empurra Para o abismo E diz que consegue Viver longe de mim Quando está longe Atira-me uma
E daí? Você perdeu, meu amigo? Vai ficar aí sentado Magoado, injuriado Com medo de competir de novo? Ou vai livrar-se dessa mágoa toda Antes que ela te derrube E te mande para a
Após comprar uma lapiseira De uma marca que ele queria Foi justamente num guardanapo E no balcão de uma lanchonete Que começou a escrever A relatar sua alegria Por adquirir o instrumento Que muito
Procurei por você naquele dia Como um louco, desesperado Você de mim se escondia Deixando-me amargurado Nas ruas por onde eu passava Perguntava por você Mas ninguém de você nada sabia Do seu destino
Quando eu ainda era menino Pensava como um menino E agia sempre como um menino Passava a perna no Picolino Para no circo dele poder entrar Isso porque não podia pagar Porém, lá dentro
De onde eu venho, não sei Talvez das encostas das montanhas Ou entranhas das ondas do mar Sei que trago comigo uma bagagem Como se estivesse sempre me preparando Para uma longa e perigosa


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