Pensamentos

Sobre Leitura e Escrita

Gosto de ler o que escrevo. Por isso escrevo. Por gostar.

E que mal pode haver em apreciar o que faz, ou tenta fazer? Malvadeza é se oprimir sem a destreza de sequer pensar no que lhe faz feliz. E eu, com o quinhão que me cabe, digo: Gosto de escrever! Sim, gosto de escrever e de ler o que escrevi. Mas por quê?

Sinto na escrita que produzo tudo aquilo que não sou capaz quando não estou escrevendo. Escrevo porque não posso falar. Se pudesse… o que seria de mim?

Escrevo este texto pelo simples prazer de escrever e por sentir que há muito tempo que fiquei sem fazer isto. O que sinto agora é que estou correto. Estou no lugar em que deveria estar. Sim, desde sempre. É como se o tempo não existisse – nem o começo e nem o fim. Sou por completo neste instante em que escrevo – e sou terrivelmente destituído da vida quando não escrevo.

Ora, mas por quantas vezes irei escrever “escrevo”?! Não importa. Este texto não para a redação de um jornal; não é para a prateleira dos Best Sellers; nem é também para mim… O que sinto que venho aqui fazer é escrever… e nada mais.

Sobre uma Paixão

Ela veio com os lábios suaves e tenros entreabertos quase fechando os olhos. Esperava um beijo meu, eu dei. Tinha tocado e sentido o gosto dela – doce – como se prova um doce novo, ainda não vendido no mercado, que falta muito para industrializar, ainda em experimentação e que tive o privilégio de usurpar antes de todos tal sabor, mesmo depois de tantas outras mordidas de dentes incapazes de penetrar onde penetrei ao mordê-la no lábio inferior.

Ela deixou escapar um suspiro inspirando fundo pelas narinas e, após um breve arrepio, relaxou em seguida o corpo delgado que aportei com meus braços. Envolvendo-a pela cintura a pus bem pressionada contra o abdômen. Senti seu cheiro enquanto faminta ela mexia as mandíbulas como se me devorasse a boca. O momento era para não acabar, mas, descerrando um pouco os olhos, preocupado com o que acontecia enquanto nos provávamos no meio do corredor do meu prédio, notei uma dupla de outros marmanjos que a esperavam próximo à escada. Tínhamos a intenção de nos despedir para que ela pudesse ir com os dois, mas por brincadeira do destino fora resolvido que aquela seria a hora para que déssemos o derradeiro beijo de despedida de nossas vidas. E assim foi.

Terminando lentamente a intimidade que havíamos começado, pouco a pouco nos desvencilhamos tendo as mãos unidas até o ultimo momento até que, com apenas uma delas de cada um de nós segurando a dou outro, ela virou-se fingindo pressa de ir embora e seguiu na direção dos dois colegas que a esperavam. Quando finalmente deu-me a nuca e os cabelos curtos castanhos de mechas alaranjadas virando-se totalmente de costa para mim, apenas voltou a me dirigir olhar já entre os dois jovens que a seguravam do leve cambalear que eu já não sabia se era ainda da bebida daquela noite ou de pura ignorância para lidar com aquela situação.

Erguendo timidamente a mão que não se apoiava a um de seus colegas de noite e, acredito que arriscando um charme desajeitado de menina, ela me deu um adeus meio apertado, movimento pouco a mão magrinha dela. Com os olhos me fuzilava e eu lia a quase súplica não dita me indagando com o olhar se eu não iria correndo tirá-la das mãos daqueles estranhos que ela chamava de amigos e a levaria eu nos braços não para fora, mas para dentro do meu apartamento. Ela tinha dessas coisas, esse jeito de se entregar sem dar o braço da clareza a torcer, se por timidez não sei. Sim, sendo o homem eu era quem deveria resgatá-la, mas o fato é que ela nunca foi minha, mesmo que achasse que eu deveria saber e tomar o contrário como verdade para nossas vidas. Não. Deixei-a ir com os colegas de gargalo que ela sempre encontrava em festas como aquelas que acabávamos de voltar. Meu prédio ficava bem no caminho deles três que ainda teriam que pegar condução para chegarem em casa. Decidiram subir por imposição dela e estavam agora descendo nesta circunstância que agora descrevo.

 

Sentado em minha poltrona escoro um cotovelo sobre o parapeito da janela e contemplo a noite pensando se voltarei a vê-la. Não com dor tampouco arrependimento de tê-la deixado ir. Mas sim por pura vontade de tê-la de novo comigo em outra circunstância aleatória da vida. Gosto de deixar “que os fatos sejam fatos naturalmente” (Chico Science). E o amor espero que seja maior, sempre maior do que suponho sentir. Desta maneira as ocorrências tem mais gosto. Mais vale o amigo que se encontra por acaso que o encontro marcado e não cumprido em expectativas excessivamente românticas em relação à própria sensação de rever alguém querido. Por isso a solidão lúcida, que é com ela que realmente dividimos, sem ilusão, cada minuto que achamos serem nossos. E por isso a deixei ir, porque sei que vai voltar.

O CREPÚSCULO

Ao crepúsculo fui chamado em missão. Missão honrosa se não fosse o fato de que o aflito fosse uma meiga e bonita criatura errante, erros estes que combati como um verdadeiro cavaleiro nas épocas cruzadas.

Diante daquilo que o homem não tem conhecimento, as palavras são o exato momento em que derrocam seus pensamentos.

Chamado fui na humilde figura de um homem simples e de feições que a sociedade pré-conceitual abomina e me apresentei.

Uma jovem bonita, bem trajada, debruçava-se sobre uma mesa de alvenaria de uma praça onde principalmente, crianças e aposentados se reuniam para liberarem os sorrisos mais sinceros.

A visão do homem não atende aos chamados do coração, então fui novamente pisoteado. Acostumado a lidar com seres em rebeldia, repeli o ato apenas dizendo:

– Do que precisa minha irmã?

– Vá embora! Deixe-me em paz! Respondeu-me rispidamente.

Em sua voz tremula e embargada notei sinais de embriaguez, mas sem julgamentos continuei a realizar o trabalho que a mim foi designado, lamentando a situação da pobre criatura de Deus.

Por um instante calei-me e a deixei respirar, para mais tarde voltar a grande questão. As lágrimas escorriam abundantemente pela sua face, então novamente perguntei:

– Porquê este choro minha irmã? O que posso fazer para ajudá-la?

– Vá embora! Já disse.

– Porquê haveria de lhe atender? Por acaso acha que tem alguma coisa de superior junto a mim?

– Se enxerga cara!

– Aquilo que lhe traz a tristeza é na verdade uma benção, pode acreditar.

– Você não sabe de minha vida. Não sabe porque sofro.

– Sei de fatos que jamais poderia imaginar.

– Você esta começando a ser inconveniente. Não vê que não quero conversar?

– Não estou aqui porque quero, estou aqui porque preciso.

– O que você quer? Estou cansando de ver homens se aproximando de mim com certas conversas.

– Primeiramente retirar o que lhe entorpece.

– O quê? Do que esta falando?

– Deixe-me ajuda-la irmã, apenas isto.

– Esta bem, mas o que pretende fazer?

– Quero que feche os olhos, depois que respire lentamente.

– Esta bem.

Depois daquela pequena discussão, coloquei a palma da minha mão sobre sua cabeça e assim pude eliminar uma carga negativa pesada que pairava sobre ela e depois mais equilibrada, dócil e gentil perguntou-me:

– O que fez comigo?

– Trouxe-lhe a paz.

– Minha vida esta conturbada, então porque diz que trouxe paz?

– A paz é um estado do espirito e muitos aqui neste mundo dificilmente terá.

– E porquê não?

– Seres desprovido de sabedoria, evolução e compreensão.

– E como podemos ter isto de que fala?

– Humildade é um dos princípios, mas a quantidade de sentimentos contidos em cada ser, o egoísmo, o orgulho, as vaidades e as incessantes buscas por bens materiais, torna o homem incapaz de ter esta paz.

– E buscar estes bens não é preciso? Ele não nos dá segurança?

– Sim, mas é preciso ser feito por equilíbrio, não por ganância.

– O que você quer de mim? Percebo que não é igual aos outros.

– Quero apenas sua atenção.

– Por quê disse que o que me traz tristeza é na verdade uma benção?

– Porque estamos sempre vendo o lado ruim de nossas realidades.

– Do que estava falando?

– Falo de sua gravidez, de seu filho.

– Como sabe que estou grávida?

– Sei de muitas coisas que ainda não compreende Maria.

– Maria? Como sabe o meu nome? Andou me espionando?

– Já disse que sei o que acontece a minha volta.

– Esta bem, mas não gosto de ser chamada de Maria.

– Como prefere então?

– Ayra.

– Esta bem, que assim seja.

– O que você quer de mim afinal?

– Ajudá-la a fazer as melhores escolhas.

– Porquê? Acha que faço escolhas ruins?

– Bom, basta ver sua aflição.

– Minha aflição é devido ao fato do pai da criança não querer me assumir.

– Ele não assumirá nem você, nem este filho que esta em seu ventre.

– Como pode ter certeza?

– Porque conheço todos os tipos de pessoas que você escolhe. Suas escolhas são baseadas na aparência, nas palavras ludibriosas.

– O que acha que devo fazer?

– O coração é o órgão responsável pelo bombeamento do sangue, mas não é responsável pelos sentimentos, ou seja, se for falar na forma figurada, diria para ouvir a voz do coração, não que isto seja errado, afinal, utilizamos esta expressão para afirmar que é no coração que reside o bem. Ora, todos possuem corações seja ele bom ou ruim.

– Então devo ouvir o meu coração?

– O coração é a forma poética que todos exclamam, mas digo-lhe que a razão é o principio de tudo.

– Sou muito sensível e as palavras bonitas me seduzem, como não tenho medo de ser feliz, entrego-me facilmente. Não vejo onde estou errando, acho que as pessoas é que falham comigo.

– Porquê acha que são eles que falham contigo?

– Porque me fazem promessas e não as cumprem.

– Existem muitos por ai com caráter duvidosos, mas sempre poderá dizer não, pois o que mais valem são os atos, não as belas palavras, as promessas.

– Porquê homens fazem promessas se não podem cumprir?

– Não somente os homens e sim todos os seres humanos. O que vale para um, também valerá ao outro, mas existem aqueles que cumprem, mas estes na maioria das vezes não agradaria nem a você, nem a muitas iguais a você.

– Porquê?

– Porque muitos deles talvez não agradariam seus olhos e suas palavras não a seduziria com disse.

– Quem são estes de que fala?

– Os que poucos se relacionam. Você disse que era sensível, que as belas palavras a seduzem, pois bem, existem pessoas que precisam de oportunidades para também excitá-la.

– E onde estão estas pessoas?

– São pessoas especiais e pessoas desta amplitude não estão as vistas, são tesouros que ainda precisam ser descobertos. Já os contundentes, os excitadores, os mentirosos e irresponsáveis estão por todas as partes e fazem de tudo para aparecer.

– Quem é você afinal? E porque esta me dizendo tudo isto?

– Para que não caia em novas armadilhas, e quanto a quem sou, chamai-me do que quiser.

– Você não tem um nome?

– Muitos nomes.

– Então diga-me um?

– Qual o nome dará ao seu filho?

– Ainda não sei, aliás, pode nem ser um homem.

– Será um homem, eu garanto.

– Como pode saber?

– Já disse anteriormente que sei de muitas passagens em sua vida.

– Então quer dizer que já posso escolher o seu nome?

– Certamente.

– Alguma ideia?

– Esta é uma escolha que você mesma deve fazer.

Naquele instante Ayra ficou pensativa e depois de algum tempo disse:

– O que acha de Felipe?

– É um bonito nome.

– Então este será o seu nome.

– Bela escolha, e neste caso, pode também me chamar assim.

– Mas este não é o seu nome de verdade, não é?

– Por incrível que pareça, é um dos nomes em que sou chamado.

– Mas quem é você Felipe? E o que faz da vida?

– Eu ajudo pessoas, venho trazer a paz, o alento.

– E você conseguiu, sabia?

– Esta paz deve permanecer em seu coração. Entenda que esta vida é passageira e quando se der conta disto, verá o tempo que perdeu com inutilidades e sendo assim, sobrará apenas o lamento.

– Porque tem que ser assim? Porque não é mais fácil?

– Nada é fácil, além disto, todas as alegrias ou tristezas são reflexos de nossas escolhas, de nossos atos, portanto não deve culpar ninguém.

– Nem mesmo o pai esta criança?

– Nem a ele, nem a outros, mas este também sofrerá as consequências relativas ao seu ato de abandono.

– O que devo fazer?

– Seguir sua vida e tomar pela razão os caminhos que ainda precisar percorrer.

– Difíceis são as escolhas não acha? São tantos problemas, tantas tribulações que mesmo os mais fortes desanimam.

– Ante ao desânimo, o alento. Ante aos problemas, as soluções. Ante ao desespero, a esperança. Ante a aflição, a oração.

– Estarás sempre comigo?

– Sempre. Ante a prece solícita.

– Então virá sempre em meu socorro?

– Todas quantas forem necessárias, mas é preciso crer, pois a fé torna- lhe forte e independente, sendo assim também poderá ajudar outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espiritismo?! Para que serve isso?

Ao contrário do que muitos pensam ou ainda ao contrário do que muitos costumam pregar por aí o Espiritismo não possui nenhuma função destruidora. É mais do que conveniente não levar em consideração quando alguém assim o afirmar. O cristianismo surgiu, persistiu e continuará a existir não obstante a diversidade de escolas de fé que o mesmo originou. A Doutrina dos Espíritos possui mais uma função reveladora, construtora e conciliadora do que qualquer outra coisa. Supor que a missão do Espiritismo é destruir as crenças estabelecidas a milênios, destruir as escolas de fé que existem até os dias de hoje isso sim é um erro! Afinal de contas o próprio Cristo recebeu de bom grado a revelação vinda de Moisés. O Espiritismo não só apoia como também defende os princípios superiores de todos os sistemas religiosos.

Da mesma forma como Jesus não ousou criticar nem mesmo o menor dos profetas do Antigo Testamento o Espiritismo também não surgiu para espalhar censuras a esta ou aquela forma de crer em Deus. Na realidade o que muitas pessoas não entendem é que no fundo e acima de tudo o Espiritismo é apenas um propulsor para o processo de libertação das consciências cujo único objetivo é fazer com que a visão do homem possa chegar a horizontes cada vez mais distantes.

O Espiritismo nos prepara para uma batalha contra nossas satisfações egoístas, contras os preconceitos destruidores, contras os enganos do sentimento e uma imaginação podre e perturbada, contras as atitudes que nos ligam a regiões mais baixas e atrasam nossa evolução. Em poucas palavras isso nada mais é do que dizer que o objeto é apenas tornar mais largo e mais acessível o caminho para a mais elevada das formas de evolução.

A Doutrina do Espíritos constituiu-se em um raio de luz sobre os ensinamentos proferidos pelo próprio Cristo. Mostra a quem quiser ver que o Evangelho não é um conjunto de regras disciplinares que nasceram dos desejos humanos e funcionam ao seu capricho. O Espiritismo mostra um Evangelho que traz uma mensagem salvadora de paz, fraternidade e alegria, uma mensagem de entendimento que engloba inclusive as leis mais simples e também aquelas consideradas mais complexas em relação a nossa existência.

Aquele Cristo agonizante que mais angustia do que inspira é deixado para trás para dar lugar a um Cristo em plena glória, como um herói, um ícone de bondade e amor. Um Cristo que consegue promover em nos ensinar e disciplinar para uma felicidade integral, sem mesclas ou fingimentos.

Para qualquer um que quiser ver o Espiritismo é um braço do cristianismo agindo para levantar a alma humana e exaltar a vida.

Entretanto, não podemos e não devemos nos esquecer que o que importa agora é a construção do nosso próprio céu. O paraíso, a libertação do invólucro carnal deve ser deixado de lado (porém não esquecido!)nesse momento em que ainda estamos buscando a correção dos nossos próprios erros. Devemos agir para que não interferir na evolução do outro. Devemos servir a vida que nos cerca com toda a paz e tranqüilidade que a certeza de que servindo a vida hoje ela também nos servirá amanhã. E quem sabe aí a Terra viverá épocas de uma harmonia celestial.

Paz e Até a Próxima.

 

YNARIA

                                          

 

Hoje acordei tranquilo e uma paz reinava em meu coração, pois tive durante a noite um lindo sonho. Sonhei que um anjo veio ao meu socorro e ouvia minhas súplicas.

Aquilo não mais parecia um sonho e sim uma realidade, a realidade que tanto desejava, então aproveitando a presença deste anjo, perguntei:

– Quem é você? O que faz aqui?

– Sou o resultado de suas preces. Vim dar-lhe o consolo, a esperança e respostas ao seu coração.

– Qual é o seu nome?

– Chamai-me do que quiser, mas atendo pelo nome de Ynaria

– Você é um sonho ou realidade?

– Sonho? Realidade? O que queres para sua vida?

– Prefiro a dura realidade a viver sonhando com desilusões.

– Então porque vive sonhando tanto?

– Por acaso tenho controle sobre eles?

– Sim, pois sonhos são desejos que brotam de nossos íntimos. A realidade afasta os fracos, o sonho alenta os fortes. De que lado desejas estar?

– Dos fortes é claro!

– Então entende que esta é a sua realidade?

– Não sei se mereço tanto Enayad!

– Você é o típico caso da humildade e a estes, as recompensas sempre aparecem.

– Você é muito familiar para mim. Uma moça linda, gentil, simpática e humilde.

– Pedis e obterei. Estas foram as palavras ditas pelo Cristo, mas é preciso merecimento.

– Você é o meu anjo ou reflexo daquilo que desejo?

– Apenas um reflexo e é neste reflexo que terás a sua consolação.

– Não pedi tanta beleza, apenas alguém para amar.

– A verdadeira beleza sempre vem do coração e se vê apenas pelo coração, todos serão belos ao vosso olhar.

– Ela também me verá desta forma?

– Isto importa a você?

– Sim, porque sei que todos os seres humanos a primeira vista, é a visão que os cegam.

– É verdade. A primeira vista todos são cegos, mas é apenas um estado passageiro, e logo a voz do coração torna-se o verdadeiro colírio para olhos vendados.

– Então a primeira vista não agradarei?

– A primeira vista já a agradou, pois falou através de seu coração, e as fotos foram somente a ligação entre o corpo e a alma.

– Ela me aceitará sendo eu tão humilde?

– Sim, assim como também terá que aceitá-la com todos os seus defeitos.

– São tantos assim?

– Defeitos são pertinentes a nossa evolução e são através deles que vamos nos moldando, evoluindo e você será este elo de ligação, mas lembre-se, nada acontece por acaso.

– Quando acordar lembrar-me-ei de ti?

– Sempre, pois é esta face que lhe trará os mais belos sorrisos.

 

 

Um amor adolescente,tem cura?

Será que um amor de adolescente consegue acabar com o tempo?

Aos meus 15 anos conheci um rapaz,com ele aprendi o que seria a felicidade.ele foi meu primeiro namorado,meu primeiro tudo.ele tinha uma noiva há 9 anos,no inicio não sabia, após alguns dias eu fiquei sabendo desse relacionamento no momento fiquei revoltada,mas continuei namorando com ele. Após 3 meses decidi que já era a hora de dar um ponto final nessa situação. Saímos para conversar,nessa conversa pedia que tomasse uma decisão ela ou eu,arrisquei perde-lo definitivamente,mas não poderia dividir aquele amor com mais ninguém. Pedi que me respondesse no dia seguinte.no dia seguinte fui ao seu encontro,esperava ansiosa por sua decisão em nosso encontro ele não dizia nada apenas me abraçava e dizia que me amava,como estava ansiosa por uma resposta eu o evitava e perguntava por sua decisão. Ele por sua vez decidiu fazer eu sofrer mais um pouquinho,dizia que não havia decidido nada que apenas me amava. Então decidi ir embora mesmo sem a resposta,quando ele percebeu que eu partiria decidiu me responder, disse que não havia deixado seu noivado e que se eu realmente o ama-se ficaria como estava.nossa,com essas palavras meu mundo caiu, comecei a chorar, disse que não aceitaria e que iria embora.por varias vezes ele me impediu de ir,mas minha dor era muita que sai correndo para encontrar uma amiga em frente da escola,ao vê la contei o que estava acontecendo,ela me dizia para voltar e falar com ele,fiquei doida porque ela estava me dando esse conselho, será que não havia escutado nada do que eu disse mas ela já sabia que tudo era um teste,mesmo relutando voltei a falar com ele, não conseguia me controlar,chorava feito criança, disse para ele que não esperava isso dele pois o amava de mais.ele me colocou em seu colo e disse que me amava e não ia me fazer chorar mais, disse que sua decisão sempre foi eu e que ninguém iria nos separar. Não acreditei em suas palavras,pensei que ele estava me enganando de novo, disse que não confiava nele,mas que eu o amava muito,mais que tudo no mundo.ouvindo essa palavras ele me beijou e jurou que sua decisão era verdadeira,que estava testando meu amor mesmo,que nunca havia amado ninguém assim.nosso namoro passou a ser visto por todos, não tínhamos motivos para nos esconder, éramos muito felizes.nosso amor era verdadeiro. Só que algumas pessoas não ficaram felizes com nossa felicidade e passaram a nos atrapalhar,mas isso contarei em outra oportunidade.

minha vida estava completa,ele estava ao meu lado.EU O AMAVA DE MAIS.me dói quando penso nos momentos que estávamos juntos,creio que ainda resta alguma coisa dele em mim,mas nossas vidas tomaram rumos diferentes graças a outras pessoas… será que esse amor teve um fim?

Dicas para esquecer problemas

Um momento difícil na vida… Quem nunca teve algum dia terá .

Um momento da vida ruim, um momento feio, um momento triste e cauteloso.

Nesse momento da vida você pensa em várias coisas primeiramente sobre como resolver esse momento difícil ou como resolver um problema… Você pensa de tudo mesmo em como resolver o problema … Até o que você nunca pensou que ia pensar você pensa. Mais é claro naquele momento você quer só dar um jeito de resolver o problema.

Depois quando você de pensar e não conseguir resolver o problema você simplesmente recorre a algum familiar ou algum amigo ou algum namorado (a) ou até mesmo vizinho…Você procura um conforto para você ficar bem busca conselhos, busca soluções e etc.

Mais quando novamente você começa pensar em coisas ruins. Começa pensa que o momento ou o problema nunca vai acabar. Que ele vai ficar com você para sempre… É uma sensação muito estranha porque você quer que ele si resolva não que ele continue .

Então ai vem os pensamentos mais ruins, você começa pensar em besteira, começa pensa em si machucar ou até me se suicidar.

No Brasil morre 25 pessoas por dias com causa de suicido e o Brasil fica em 11° lugar no ranking mundial.

E já foi comprovado que 9 a cada 10 pessoas se suicidam por causa de problemas pessoais ou familiares ou por problema no emprego.

Voltando ao assunto. A melhor dicas para você resolver esse problema sem pensar em algo ruim .

Pesquise sobre pessoas que já passou pelo mesmo problema que você está passando na Internet . Existe muitos casos de diferentes problemas.

Tente esquecer do problema, finja que você não sabe de nada e que não esta nem ai para o seu problema.

Tente também se distrair para pode esquecer o seu problema assim você não ficará pensando nele toda hora.

Pense em ouvi uma musica divertida ou ler um livro legal ou assistir algo divertido na televisão.

Tente fazer um curso ou alguma aula para distrair sua cabeça ou até mesmo arrumar um serviço, caso já tenha tente arrumar outro serviço flexível.

Outra dica é você deitar na cama e tentar dormi para que o tempo passe mais rápido e você esqueça do problema fácil.

Nesse texto é só dei minhas dicas comigo isso funciona sempre . Tenho meus problemas mas isso nunca me dão dor de cabeça porque eu sigo as dicas.

Boa sorte para vocês tentem ai e depois comentem si por acaso de certo.
Deixei dicas de posts para eu criar sobre sentimentos do ser humano.